Tudo relacionando a Web 2.0

Análise do Adobe AIR. Usar Web ou Desktop?

Adobe AirCom uma semana lançamento, o Adobe AIR já impressiona alguns e não espanta outros.

O que impressiona para alguns

O Adobe AIR é a solução ideal para aqueles que já produzem aplicações web e desejam expandir para o Desktop. Se difere dos concorrentes por um bom suporte a tecnologias e um auto-instalador de arquivos “.air” .

Ele também tem destaque na quebra de barreiras de aprendizado, pois não seremos obrigados a estudar bibliotecas visuais para a programação Desktop (Microsoft Ribbon, Java Swing[bb], GTK[bb], etc…).

Podemos simplesmente desenvolver nossas aplicações em soluções ricas e personalizáveis como o Flex, Flash[bb] e AJAX[bb](html + css + js). Em tempos de portabilidade, o AIR é um ganho, pois largamos dos nossos velhos programas de 300mb e nos agregamos aos leves dessa tecnologia.

Além disso, ele é cross-platform, ou seja, roda em múltiplos sistemas operacionais(mais polulares como Mac, Windows e em breve Linux[bb]).

O que não espanta para outros

Com a “Web 2.0[bb]” (nome marketeiro que pegou), deixamos de lado muitas soluções Desktop.

O Google é um exemplo, que traz serviços como o Docs, Spreadsheets e o recém lançado Presentation.

Pela Web, não dependemos de uma excelente estrutura de máquinas (apesar de afetar a produtividade[bb]) e evitamos a instalação de aplicações. Se torna fácil a realização de trabalhos remotos, em equipes e sobre qualquer plataforma que possua suporte a navegação.

É difícil pensarmos em fazer aplicações Desktop quando temos todas essas possibilidades na Web.

Usando os dois

O AIR torna fácil a integração com API’s[bb] online, como exemplo o Twhirl, um aplicativo que traz tudo o que rola em seu Twitter.

Para onde correr

Nesse momento, o ideal é não ficarmos fanáticos por alguma dessas soluções, mas sim buscar aquela que lhe traga mais conforto numa determinada ação.

Eu 2.0

Eu na Avenida 9 de Julho em dia de trabalho.Nesse mês de Janeiro, estarei completando 20 anos idade (dia 7) e 2 anos de conquistas em São Paulo.

Só de lembrar que tudo começou num belo dia em que estive cansado da falta de oportunidade da minha cidade natal (Praia Grande, sim! eu sou caiçara :P ), ai com uma boa ajuda dos meus pais, passei a morar na Capital.

Iludido por cursos que via na TV e no Jornal, fui em busca de certificados e faculdades. Certamente foi um ganho na minha Comunicação, mas um tremendo gasto inicial.

Muita coisa foi se adaptando com o tempo, passei a adotar os blogs como fonte[bb], me dediquei mais a leitura dos feeds que já tinha, comprei livros, fiquei auto-didata e larguei duas faculdades.

Pode até ter sido radical essa minha atitude de largar a graduação, mas vejo que esse não é o momento de cursar, talvez em um futuro, quem sabe?

Passei a aprender e colaborar com a entrada do EuCrio em meus projetos pessoais, parece que foi uma luz que faltava. Ganhei amigos blogando e participando do BlogCamp. Conheci muita gente e muitas cidades. Vi que sem o networking não somos nada.

Fui admitido em 4 empresas durante 2006 e 2007, em todas eu absorvendo um pouco de cultura. A atual é uma conquista sobre o desafio, pois é um ganho diário de aprendizado.

Ainda é só o começo, mas já digo que sou uma pessoa 2.0, comparando ao pobre garoto sem metas que fui. Em 2006, pisei por aqui sem ao menos poder passear de Metrô, e dias atrás, tive a oportunidade de andar de Avião. É tão legal olhar para trás e ver a evolução. Agora só depende de mim para estar daqui a 2 anos comentando o mesmo.

E ai chega meus agradecimentos, a todos aqueles com quem convivo, seja familia, amizade, amigos de internet e você leitor.

Esse post era para ser no fim do ano passado, mas preferi aproveitar o gostinho 2.0 da vida. :)

Pequeno detalhe #3

Estou realizando testes no Limao, um site(do Estadão) que integra diversos serviços, dentre eles Notícias, Vídeos, Guia Turístico e até mesmo uma rede social.

O fato é que a rede social aderiu a todos movimentos nativos(sinônimo de moda) na sociedade, um exemplo disso está no cadastro de Perfil, onde você definine a qual estilo você pertence.

Limão Emo

E não é que os “miguxos de franja” tomaram seu espaço social.

Os “Punks”(não os do jornais, aquilo é fake de Skinhead) também tiveram sua opção dedicada.

Deveria ter macaco blogueiro.

Intercon 2007 – 2º Dia

Não assisti as duas primeiras palestras, justamente por eu chegar próximo do almoço, acompanhando apenas o final da desconferência realizada pelo Gilberto Jr.

Após o almoço, começamos a ter uma péssima palestra de Web 2.0, onde o básico do básico era o contéudo.

A grande perca de tempo, fez com que os blogueiros fossem para os sofás do stand do Camiseteria, para aproveitar o que o Twitter tem de melhor e se beneficiar dos bottons distribuidos.

Helder com os bottons em frente ao stand do Camiseteria - by Fabio Seixas

Quem encontrei por lá

Mais cheio do que ontem, o Intercon trouxe pessoas ao qual já mantive contato por blogs, como Richard Barros e o Bruno Dulcetti, que por sinal, valem o que já aparentavam ser.

No final, uma grande massa se destinou ao barzinho do shopping (Frei Caneca), para Twittemorar o Networking que ganhamos com o evento.

Conclusão do que acompanhei

Hoje não valeu pelo conteúdo exposto nas palestras (não sei as primeiras), mas sim pelos congressistas ali presentes e as conversas estabelecidas.

Impressões – Intercon 2007 – 1º Dia

Imasters Intercon 2007Acabo de chegar do primeiro dia do Intercon 2007 e tiro conclusões um pouco diferentes da qual esperava tomar:

1º – Da blogosfera, só imaginava a presença minha e dos convidados, o que não foi, pois haviam muitos blogueiros.

2º(e mais fútil) – Tive certa dificuldade para entender o “portuñol” , devido a influências linguísticas do Cris Dias sobre a Twitosfera. Tudo era narrado sobre o idioma sucessivo na emissão e drástico na recepção, valeu a experiência.

3º – Já me impressionava com o potencial comunicativo do Luli Radfahrer, mas hoje foi recorde, ele realizou uma aprensentação perfeita de cada participante e abriu o evento com conclusões exatas sobre a evolução digital.

4º – Esperei qualidades no marketing do Google Brasil, e continuei na espera.

5º – O Gustavo Fontes além de ter a criatividade, visto pelo seus cases, sabe exatamente como fazer o Marketing Guerrilha.

Os outros participantes foram como eu imaginei, com destaque para o Elcio Ferreira, que mostrou o método ideal de se estabelecer a produtividade na web, mantendo o controle de versão.

Considerações finais

Me gusta desperdi-me hablando en portuñol. Tchauzito.

Em busca do agregador perfeito. Google Reader? Bloglines?

Ícone de feed

A certo tempo, sempre costumei agregar meus feeds no NetVibes, devido a sua interface e a variedade de módulos.

Tudo funcionava normalmente, até o momento em que meu conteúdo foi excedendo a interface, onde as abas atigiram multiplas linhas.

Essa semana, além de gerar minha OPML de backup, resolvi realizar testes em agregadores. Estarei me beneficiando pela separação dos gadgets, que podem ser migrados para o Facebook.

Inicicialmente, me inscrevi no Bloglines para ver o porque de sua grande utilização na blogosfera.

Bloglines

Gostei, mas não tanto, talvez pela minha falta de costume sobre a interface. Achei que ele poderia ser um pouco mais direto, e as configurrações mais relevantes, levei cerca de 3 minutos para achar o importar feed.

Fui para o Google Reader , ao qual já havia testado antes do NetVibes.

Google Reader

O tempo passou mesmo, nunca imaginei uma evolução dessa no agregador, o desempenho (para leitura) está bem agradável e sua interface está simples.

Minha única crítica, fica para seu tempo de importação de OPML, que foi muito maior comparado ao outro concorrente citado.

O meu é melhor Helder

É mesmo? Qual agregador te facilita?

Talvez eu possa migrar para ele. ;)