Voando pesado com o código
Estava realizando uma consulta de passagens aéreas para participar do BlogCamp Curitiba e notei uma coisa chata por parte das companias aéreas.
Empresas como a Gol, Tam e OceanAir, não pensam nos padrões da web, descartam o tableless (se é que ouviram falar), a mobilidade e principalmente a acessibilidade.
Nos 3 casos citados, o código está extramamente sujo, sem a preocupação do trabalho em camadas, da otimização, do consumo de banda. Minha maior crítica fica para a Tam, que sofreu uma reformulação de layout após o último acidente, mas pioro a situação do código ao invés de evoluir.
Existem muitas semelhanças com a página Gol e da OceanAir, que me faz pensar de ser um trabalho feito pela mesma equipe, ou copiado. Trabalho classificado como excelente no back-end, mas péssimo no front-end.

Ponto para a Varig!
Comprada pela Gol por cerca de US$ 320milhões, a Varig se saiu bem com o novo site, pois além de lindo e com o código semântico, está compatível com todos os browsers e separado por camadas. Talvez eu daria um 10 se tivesse um estudo melhor na acessibilidade mobilidade.
Vamos ver se a Gol acompanha a filha.
Imagem retirada do Plane Nation.
Escrito por

É Helder… Isso tá bem longe de acontecer… MAs tb temos que levar em conta os publicadores… Como na Globo.com, por exemplo, que usamos o vignette, que suja o código… ele sai da implementação de um jeito, mas sai do desenvolvimento de outro…
Mas… Tem como contornar… É só querer
Elas não sabem o que estão perdendo.
Gostei bastante do site novo da Varig, pois além de bonito tem essa questão do código.
Eu sei que de certa forma eu não sou um público que precisa de acessbilidade, pois tenho uma máquina nova, os últimos browsers, o IE6 e 7.
Mas tem gente que ainda tem 486 com Netscape Navigator com uma linha discada de 14400bps. E algum desses provavelmente um dia já quis comprar passagens pela Web.
As grandes empresas tem muito o que aprender com relação aos seus websites. Temos poucos exemplos de sites de grandes corporações que se preocupam com código semântico e usabilidade.
Como disse o Bruno, é só querer, pois é um investimento com ótimo retorno.
Dulcetti: Realmente, os publicadores poluem o código. Tive uma visão quando participei de projetos na Revista Caras, e como você disse, com um pouco de trabalho é possível contornar.
Rafael Marin: Fazem promoções para atingir a classe C, mas deixam de lado o desepenho client-side do sistema.
Abraços.